Contos do Absurdo #6

 

CENAS DO ABSURDO

 

Terror não é um gênero fácil. As pessoas até se questionam o que nos atrai em um tipo de história cujo objetivo é nos deixar com medo,  tensos, perturbados. Às vezes, é difícil até para quem o produz.

 

Nesta edição, uma cena em particular foi difícil para dois artistas diferentes ilustrar. O primeiro inclusive desistiu da história, pois a cena, indiretamente, tinha uma conotação pessoal desagradável. O segundo conseguiu desenhar e ficou linda, mas admite que teve de rezar antes de produzí-la, pois era “pesada”.

 

Não vou dizer qual é a cena. Deixo para você adivinhar. Talvez ela tenha um efeito semelhante em você. Talvez ela o faça pensar duas vezes antes de ler o resto da revista, ou até das próximas edições. Talvez ela o faça curtir ainda mais a Contos do Absurdo, pois sabe que vamos longe para criar o terror.

 

Ou pode achar até que estou exagerando. Não ver nada que, para você, já não tenha tido equivalentes em outras edições. Ou que, como fá de terror, já não tenha visto mil vezes. Mas acho difícil que ela não te chame a atenção de alguma forma. Veremos.

 

Pessoalmente, acredito que ela teve esse efeito porque não se trata apenas do choque visual. Isso passa logo. Mas se a história e seus temas são legitimamente perturbadores, o efeito é muito mais intenso e duradouro.

 

Mas claro que uma cena é muito pouco para uma revista de 100 páginas. Teremos HQs inéditas de Zé do Caixão e Toninho do Diabo, a continuação das sagas Dragão da Terra, Somnium e da origem do Anjo Industrial, entrevista e um belo ensaio fotográfico com a cantora de black metal e autora de livros de terror Lullaby Enchantress e muito mais.

 

Tenha uma boa leitura… se puder.

 

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Alexandre Winck

Editor

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